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Ajude o Ponto de Redes

O protocolo HTTP

O protocolo HTTP define como os navegadores Web (clientes) requisitam páginas de servidores Web. Quando um usuário requisita um objeto, por exemplo clicando em uma referência de uma
página Web, o navegador envia mensagens de requisição HTTP para o servidor Web. O servidor
recebe a requisição e responde com uma mensagem de resposta HTTP que contém os objetos solicitados.
Há duas versões do protocolo HTTP implementadas pelos navegadores, o HTTP/1.0
e o HTTP/1.1 e ambas as versões usam como protocolo de transporte o TCP. Para requisitar uma
página Web, o cliente HTTP primeiramente abre uma conexão TCP com o servidor. Uma vez aberta a conexão TCP o cliente e o servidor podem trocar mensagens através das suas portas de interface. A porta 80 é o padrão para a aplicação WWW.
O HTTP/1.0 usa o que se chama conexões não persistentes, onde após a requisição de cada objeto, o servidor responde e encerra a conexão TCP. Por exemplo, para uma página Web composta de um arquivo base HTML e mais 5 imagens JPEG, após a recepção de cada arquivo, a conexão TCP é encerrada e deverá ser reaberta para cada novo objeto requisitado (isto é feito automaticamente pelo agente usuário).
O HTTP/1.1 permitiu melhorar o desempenho dos navegadores Web através do uso de conexões
persistentes, onde o servidor mantém a conexão TCP aberta após o envio da resposta. Desta forma, as requisições e as respostas subsequentes entre o mesmo par cliente/servidor podem utilizar a mesma conexão já aberta, eliminando o tempo de abertura de conexão. Caso a conexão deixe de ser utilizada por um certo tempo o servidor se encarrega de liberar a conexão.

Formato das mensagens HTTP

O protocolo HTTP é baseado no paradigma pedido/resposta , havendo dois tipos de mensagens:
mensagens de requisição e mensagens de resposta.
A mensagens de requisição (request) tem a seguinte estrutura:
GET /diretorio/pagina.html
Host: www.escolatecnica.edu.br
Connection: close
User-agent: Mozilla/4.0
Accept-language:pt
(extra carriage return, line feed)
A primeira linha apresenta o comando básico para requisição de uma página Web, seguido pela
parte do URL que indica o caminho e o nome do objeto que se deseja (GET /diretorio/pagina.html). As linhas seguintes, chamadas de cabeçalho, são opcionais. A segunda linha (Host: www.escolatecnica.edu.br) indica o nome computador onde reside o objeto; a terceira linha (Connection: close) informa para fechar a conexão após envio daresposta; a quarta linha (User-agent: Mozilla/4.0) indica o tipo do agente usuário utilizado e a linha (Accept-language:pt) indica que o português é a língua preferencial.
Do ponto de vista do usuário o mesmo só “enxerga” o endereço URL que digitou e o navegador monta e envia as mensagens HTTP de forma transparente.
A mensagens de resposta (response) tem a seguinte estrutura:
HTTP/1.1 200 OK
Connection: close
Date: Thu, 06 Aug 1998 12:00:15 GMT
Server: Apache/1.3.0 (Unix)
Last-Modified: Mon, 22 Jun 1998 09:23:24 GMT
Content-Length: 6821
Content-Type: text/html
(data data data data data...)
A resposta tem três partes, uma primeira linha informando o estado (status) da solicitação, seis
linhas de cabeçalho e os dados que compõe objeto solicitado. A primeira linha indica a versão do
protocolo, o código e estado da mensagem (HTTP/1.1 200 OK). A segunda linha (Connection:
close) indica que a conexão será encerrada; a terceira linha (Date: Thu, 06 Aug 199812:00:15 GMT)
informa a data da última modificação no objeto solicitado, utilizada por servidores proxy; a quarta linha (Server: Apache/1.3.0 (Unix)) indica o tipo do servidor, a quinta linha (Content-Length: 6821)
indica o tamanho do objeto em bytes e a última linha (Content-Type: text/html) informa o conteúdo da mensagem. Os dados vem em seguida.

Os códigos de estado (status) mais comuns são:
200 OK: Requisição OK e o objeto solicitado vai em anexo.
301 Moved Permanently: O objeto solicitado foi movido para outra URL.
400 Bad Request: Requisição não entendida pelo servidor.
404 Not Found: O objeto requisitado não existe no servidor.
505 HTTP Version Not Supported: Esta versão do protocolo HTTP não é suportada pelo servidor.

Fonte: http://www.das.ufsc.br/~montez/Disciplinas/materialRedes/ApostilaCantu.pdf

Ajude o Ponto de Redes

Como funciona a internet via rádio?

Possui essa conexão e tem curiosidade em saber como a internet via rádio funciona? Vamos ver qual o segredo através deste método de conexão.
A internet, como muitos sabem, é o melhor meio de comunicação e transmissão de dados, e hoje, com suas grandes evoluções tecnológicas, dispomos de várias maneiras de conexão. Internet via rádio, telefônica, satélite, 3G e 4G por exemplo, são formas de se conectar mais comuns entre as pessoas; todas criadas e desenvolvidas de modo a facilitar e tornar eficiente o acesso de seus usuários.
Antes de tudo, pode esquecer o rádio comum. Sua internet não tem nada a ver com rádio AM/FM nem com os locutores que invadem sua casa todos os dias. O funcionamento da internet via rádio é (razoavelmente) simples de entender. É tudo feito por torres (que transmitem o sinal) e antenas (que recebem), além de outros aparelhos, como o modem, que torna possível a sua conexão à rede mundial de computador.

Como funciona?

A internet via rádio é usada atualmente por uma vasta parte da população, tanto em seus trabalhos quanto em suas casas. Principalmente em cidades pequenas, o funcionamento é bem melhor ao funcionamento em cidades grandes, pois como veremos a seguir, a disposição da antena transmissora com a receptora faz toda a diferença.
Independentemente qual seja o seu compromisso com a rede, os usuários buscam uma boa velocidade onde possam navegar na internet e ter acesso a tudo que esse mundo virtual lhe oferece, tudo isso com rapidez. E, para isso, o mesmo precisa, além de um bom sinal, um bom provedor e empresa, responsáveis por este serviço. Algo que atrai os usuários para com o uso deste sistema de internet é a questão do custo deste ser baixo, em relação a internet 3G, ou até mesmo através de um modem DLS, por exemplo. No que tange a oscilação de sinal, devemos deixar claro que todos os tipos de conexão caem.

É importante saber que o provedor de internet deve ter várias torres de internet distribuídas pela cidade, cada uma responsável por transmitir para uma parte da mesma. Essas torres são conhecidas como POPs, e são elas que transmitem o sinal da internet. Caso essa distribuição não seja bem planejada, acarreta em perca de sinal.

Quando você adquire a internet via rádio, é feita a instalação de uma antena em sua residência. Ela deve ser colocada da maneira mais precisa possível para que fique perfeitamente alinhada com a torre (ou seja, deve ser possível enxergar a torre sem nenhum obstáculo na frente). Daí o motivo de sempre ser instalada no topo das residências e prédios.
Essa antena receberá o sinal emitido pela torre e, através de um cabo, o transportará ao modem. Algumas vezes esse aparelho fica próximo à antena ou junto ao computador. Esse aparelho realiza as funções e é conectado à placa de rede do computador, que permite a conexão com a internet.

Na imagem abaixo você pode ver, como consiste o funcionamento.
 
Perceba que o sinal da antena emissora 1 para a casa receptora 1 chega sem obstáculo algum, muito diferente da casa receptora 4, a foto ilustrativa foi feita assim para você entender que não, o sinal não faz curva por meio do canal de comunicação, não sobe morro, não faz nada do gênero, passa diretamente pelo obstáculo, explicando então a perca de qualidade no serviço quando mal instalado. Uma solução seria refletir uma parte do sinal de rádio pelo prédio numero 6, podendo ser utilizada para se alcançar pontos onde não se consegue chegar diretamente, no caso casa 4 e 5. No entanto, as reflexões causam atenuações em algumas faixas de frequência (e essas atenuações são totalmente imprevisíveis), sendo assim, o protocolo utilizado deve ser capaz de lidar com a perda causada por essas atenuações. Concluindo, se o prédio 6 não refletir o sinal para as casas ao lado, o sinal vai chegar com uma péssima qualidade, percebe-se então o planejamento que deve ser feito para que o sinal chegue sem grandes perdas para a população.
Um dos protocolos que visa resolver essa perca é o utilizado pelo IEEE  (Instituto de Engenheiros Eletricistas e Eletrônicos), o protocolo chama-se OFDM (Orthogonal Frequency Division Multiplexing) que, ao contrário do FHSS ou DSSS (Frequency-Hopping Spread Spectrum e Direct-Sequence Spread Spectrum – utilizados em rede local), não transmite uma, mas centenas de portadoras ao mesmo tempo. Sendo necessário que apenas algumas dessas portadoras cheguem ao receptor para que a informação seja recuperada. Isso possibilita que um equipamento WiMAX (Worldwide Interoperability for Microwave Access/Interoperabilidade Mundial para Acesso de Micro-ondas) seja capaz de se comunicar em distâncias de até 6 Km sem visada, utilizando apenas o mecanismo de reflexão.

Frequências de Operação:

O IEE procurou criar um protocolo que seja capaz de operar em frequências que vão desde 2,4 GHz até 66 GHz. Mas isso não quer dizer que chegue a essa taxa, e sim que cada fabricante tem que usar o protocolo mas desenvolver uma antena que suporte tal serviço modificando apenas as antenas, o sistema de potência e outros subsistemas menores que sejam dependentes da frequência.
VANTAGENS
  • Acesso direto à internet;
  • Não utiliza linha telefônica;
  • Internet 24h por dia;
  • Baixo custo de manutenção;
  • Velocidade rápida caso a instalação e configuração seja feita da maneira correta.
DESVANTAGENS
  • Alguns provedores não fornecem um suporte de qualidade;
  • Obstáculos entre a torre e a antena prejudicam seriamente a conexão caso não seja resolvido por protocolos e modificações nas antigas antenas;
  • Caso o vento mova a antena a conexão fica prejudicada;
  • Funcionamento lento em caso de P2P (torrent, etc...);
  • Problemas de estabilidade em caso de mau tempo.
Contudo, você, usuário final, é que tem a missão de escolher qual a forma de conexão que melhor atenda a suas expectativas. Se houver necessidade de uma portabilidade basta incluir um roteador, que emita o sinal em suas proximidades, algo bem útil em tempos de portabilidade como agora.

 

 Fonte: OFICINA DA NET

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Provas de Redes de Computadores

Queridos leitores, vou disponibilizar nesse post algumas provas e seus respectivos gabaritos sobre Redes de Computadores, para quem quer fazer algum curso, concurso ou apenas quer estudar, espero que seja de bom proveito:

    Faça também um Simulado de concurso de Redes de Computadores clicando aqui

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Como usar a rede 3g do iPhone em um computador

Queridos leitores, este artigo que vou posta pertence ao site tecnomob. Estou postando ele aqui pois considerei muito bem desenvolvido e importante.

É possível transformar seu iPhone em um roteador de internet cabeado ou sem fio. E o melhor disso tudo: É possível conectar em qualquer dispositivo que receba sinal wi-fi, bluetooth ou USB, não sendo limitado apenas para dispositivos Apple (Macbook, iMac, iPad, etc). A configuração para o sistema funcionar é simples, veja abaixo:

Configurar ponto de acesso iPhone

Essa configuração é valida para o iOS 6 e também necessita de uma conexão 3g ou 4g em seu dispositivo.

1) O primeiro passo é entrar em “Ajustes” -> “Acesso Pessoal”. Clique em “Senha Wi-Fi” e defina sua senha;

2) Volte, ative o “Acesso Pessoal” e escolha como deve ser o compartilhamento. Via wi-fi e bluetooth ou somente pelo cabo USB.

Agora é só usar a internet em qualquer lugar!

Fique atento com a bateria!

Usar o iPhone como roteador consome muita bateria! A melhor forma é conectar o iPhone na tomada ou no computador, assim não corre o risco de acabar a carga do seu aparelho enquanto você usa.

O que fazer quando a rede do aparelho não aparece?

Mesmo liberando o acesso via wi-fi, é comum a rede não aparecer disponível na lista de redes sem fio do seu computador/dispositivo. Quando isso acontecer, desative e ative novamente o acesso pessoal do seu aparelho.

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Ebooks gratuitos de Redes de Computadores

Lista de ebooks gratuitos de redes de computadores:

Arquitetura e Protocolos de Rede TCP/IP

Teste de Invasão de Aplicações na WEB

Plataforma de Intercâmbio de Conteúdos Digitais

Virtualização de Servidores

Implantação de Provedor de Identidade

Introdução a Rede Ipê

Segurança de Redes e Sistemas

Interconexão de Redes de Computadores

Roteamento Avançado

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Se você possui algum ebook e quer nos ajudar, por favor coloque o link dele em um comentários abaixo.
Muito obrigado!

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Protocolo SMRP

O Protocolo de roteamento simples (SMRP) é um protocolo da camada de transporte, desenvolvido para o roteamento de fluxos de dados de mídia sobre redes AppleTalk. É compatível com a tecnologia QuickTime Conferencing (QTC) da Apple Computer. O protocolo SMRP proporciona, independente de conexão, uma entrega com o melhor esforço de datagramas multicast e utiliza os serviços dos protocolos SMRP facilita a transmissão de dados a partir de uma única origem para vários destinos. Este capítulo focaliza os elementos funcionais e as operações de protocolo SMRP.
Ao criar o protocolo SMRP, a Apple pegou emprestadas várias estratégias e conceitos de outros protocolos e tecnologias. Dessa maneira, muitos termos foram adaptados para significados específicos no ambiente SMRP da Apple.

[Retirado da página 448 do livro Internetworking: Manual de Tecnologias - Tradução da 2ª edição - Editora Campus]

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Como Compartilhar uma Impressora no Windows 7

No Windows 7 existe a função Home Group (Grupo Doméstico), ideal para quem tem vários computadores em casa e quer protegê-los de acessos externos.

Home Group

Ao configurar a conexão pela primeira vez e defini-la como rede doméstica, o próprio Windows sugere a criação do grupo. Se você não o criou nessa chance, siga os seguintes passos para montar o seu Home Group e compartilhar arquivos e impressoras em uma rede.

1. Digite “Central de rede” na lacuna de busca do Menu Iniciar;

2. Clique na função “Central de Rede e Compartilhamento”;














3. Selecione “Escolher opções de grupo doméstico e de compartilhamento”;

4. Clique em “Criar um grupo doméstico”;


5. Escolha os tipos de arquivos que deseja compartilhar;

6. Conclua a tarefa e anote o código exibido na tela.


Você só precisa realizar esse processo uma única vez para criar o Grupo Doméstico. Ao repetir a tarefa nos outros computadores, basta inserir o código anotado e você estará conectado ao mesmo grupo. Dessa forma as bibliotecas padrão do Windows 7 estarão compartilhadas entre os usuários da rede doméstica.

Ao abrir o Explorer, o grupo doméstico aparece disponível no canto da tela. Para compartilhar arquivos e permitir que os outros computadores da rede os acessem ou alterem, basta clicar no dado ou pasta com o botão direito do mouse e selecionar a opção para grupo doméstico.

Impressora

Para compartilhar o periférico com o Windows 7, vá ao Painel de Controle e selecione a opção “Exibir impressoras e dispositivos”. Clique com o botão direito do mouse em sua impressora e selecione “Propriedades da impressora”.


Finalmente, acesse a aba “Compartilhamento” e marque a caixa de seleção “Compartilhar esta impressora”. Você pode estipular um nome de compartilhamento para facilitar na hora de encontrar odispositivo.

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Livros Recomendados

Colocarei aqui livros que recomendo para quem deseja se aprofundar na área de Redes de Computadores. Se você tiver uma sugestão de livro não ezite em deixar no comentário.

Lista de livros que recomendo: 

* Redes de Computadores - 5ª Ed. - 2011
Autor: Tanenbaum, Andrew S.; J. Wetherall, David
Editora: Pearson Education - Br
Descrição: Este livro aborda as redes desenvolvidas a partir der 1990, explicando com elas funcionam internamente. Andrew Tanenbaum apresenta explicações detalhadas e exemplos baseados na Internet para facilitar a compreensão do leitor.


* Redes de Computadores e a Internet - Uma Abordagem Top-down - 5ª Ed.
Autor: Ross, Keith W.; Kurose, James F.
Editora: Pearson Education - Br
Descrição: Com vasta experiência no ensino de redes e acompanhando o desenvolvimento do setor, os autores decidiram usar neste livro uma inovadora abordagem ´de cima para baixo´, ou seja, da camada de aplicação, em constante desenvolvimento hoje em dia, para a de enlance, dando por todo o livro uma noção da camada física.

* Redes de Computadores (2010)
Autor: Diane Barrett, Todd King
Editora: LTC
Descrição: O livro traz os conceitos básicos do assunto; já no início do livro os autores tratam das comunicações de dados (multiplexação, sinalização e codificação), para depois introduzir o modelo de referência OSI. Em seguida, equipamentos de rede e tecnologias são discutidos.
Com essa base, os protocolos das camadas de enlace e rede são apresentados partindo-se da pilha de protocolos TCP/IP para propor outras pilhas. Questões relacionadas a esquemas de nomeação, roteamento de dados, gerenciamento de serviços de rede e segurança são abordadas em seguida.
Para finalizar, os autores descrevem as várias etapas da instalação de sistemas operacionais de rede (Windows Server), administração e suporte de redes, bem como resolução de problemas em ambientes de redes de computadores. A estrutura do texto permite aos estudantes exercitar e sintetizar os conteúdos tratados em cada capítulo.

* Redes MPLS (2012)
Autor: Rafael Dueire Lins; Roberto José Lopes Mendonça; José Mário
Editora: Brasport
Descrição: Este livro apresenta um estudo sobre a tecnologia MPLS, desde os aspectos fundamentais até suas aplicações. São apresentados o funcionamento e as principais características da tecnologia, assim como os benefícios obtidos com sua utilização, propiciando escalabilidade, flexibilidade e otimização aos backbones dos ISPs (Internet Service Providers) atuais. Os principais serviços utilizados pela tecnologia MPLS, tais como VPNs (Virtual Private Networks), TE (Traffic Engineering), PW (PseudoWire) e QoS (Quality of Service), são aqui explicados.
Também são tratados aspectos relacionados ao protocolo IPv6, são descritas as suas características fundamentais, assim como algumas arquiteturas IPv6 utilizadas para o transporte em um backbone MPLS.
Além disso, o livro abrange conceitos práticos através de laboratórios criados com uso do emulador de domínio público GNS3, permitindo um melhor entendimento dos conceitos apresentados.

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CentOS

O CentOS é uma distribuição Linux de classe Enterprise derivada de códigos fonte gratuitamente distribuídos pela Red Hat Enterprise Linux e mantida pelo CentOS Project.
A numeração das versões é baseada na numeração do Red Hat Enterprise Linux. Por exemplo, o CentOS 4 é baseado no Red Hat Enterprise Linux 4. A diferença básica entre um e outro é o fornecimento de suporte pago na aquisição de um Red Hat Enterprise Linux. Funcionalmente, pode-se considerar os sistemas clones.
CentOS proporciona um grande acesso aos softwares padrão da indústria, incluindo total compatibilidade com os pacotes de softwares preparados especificamente para os sistemas da Red Hat Enterprise Linux. Isso lhe dá o mesmo nível de segurança e suporte, através de updates, que outras soluções Linux Enterprise, porém sem custo. (Wikipédia)

Um ótimo local que utilizo para tirar minhas dúvidas referentes a esse sistema é no fórum do CentOS do Viva o Linux, segue o link: http://www.vivaolinux.com.br/comunidade/CentOS

Este artigo irá mostrar passo a passo como instalar corretamente o CentOS 6.4.
Você pode baixar a distro por essa página http://centosbr.org/downloads ou por essa http://centos.ufms.br/


A instalação do CentOS é muito simples basta seguir o que diz na interface gráfica (se optar por essa).
Esse guia passo a passo foi retirado e adaptado dos sites www. if-not-true-then-false.com e http://www.tecmint.com

1º Passo - Gravar imagem do CentOS 6.4 e reiniciar computador

1.1 - Verifique a imagem de gravação CentOS e grave ela em CDS/DVD com seu gravador de CD/DVD favorito. E reinicie seu computador usando CD/DVD de instalação do CentOS.

2º Passo - Verificação

2.1 - Verifique a imagem de gravação CentOS e grave ela em CDS/DVD com seu gravador de CD/DVD favorito. E reinicie seu computador usando CD/DVD de instalação do CentOS.

3º Passo - Instalação

3.1 CentOS 6.4 Grub menu -> select install or upgrade existing system

 

3.2 Booting CentOS 6.4 Instalar


3.3 - Teste de Disco (Você pode pular essa etapa ou seleciona OK para testar a mídia, se você quiser testar a mídia antes da instalação)



3.4 - Seleçao de Linguagem. Selecione o idioma que deseja utilizar durante a instalação do CentOS





3.5 -  Selecionar o teclado adequado. O padrão Brasileiro é ABNT2.



3.6. Selecione o dispositivo de armazenamento básico, se o seu disco rígido está conectado localmente.



3.7 - Você pode receber uma advertênciasobre dispositivo de armazenamento, você pode clicar em Yes, discart any data para continuar.


3.8. Coloque um Hostname tao servidor e clique em no botão Configure Network  se você deseja configurar a rede durante a instalação.



3.9 - Clique na aba Wired te depois no botão Add.



3.10 - Selecione Connect Automatically, vá na aba ipv4 settings, selecione Method e selecione Manual no menu drop down. Clique na aba Add e complete a caixa de ip com seu IP Address, Netmask, Gateway and DNS Server. Aqui Por exemplo: IP Address 192.168.1.6 and DNS Server é 4.2.2.2.



3.11. Selecione a Time Zone.



3.12 - Coloque uma senha no root.



3.13. Selecionae o tipo de particionamento adequado para você.



3.14. Verifique o sistema de arquivos. Aqui você pode editar o sistema de arquivos (dilesystem) como preferir.



3.15. Aviso de formatação, clique em Format.



3.16 - Selecione Write Changes to disk.



3.17 - Formatando o disco rígido.



3.18 - Aqui, se desejar, você pode colocar uma senha para o boot loader, para uma melhor segurança.



3.19 - Selecione os aplicativos que você deseja instalar, você pode selecionar Customize Now para personalilzar seu CentOS. depois clique em Next.



3.20 - Selecione os aplicativos que você deseja instalar e clique em Next.



3. 21 - Instalação iniciada. ela pode demorar bastante dependendo da seleção de pacotes que você fez.



3.22 - Instalação completada. Por favor retire o seu CD/DVD e reinicie o sistema.

4º Passo - CentOS 6.3. Login Screen.



5º Passo -  CentOS 6.3 Desktop Screen.


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Conheça o Dropbox

Muitas vezes queremos compartilhar arquivos com usuários de nossas redes e enfrentamos problemas com isso, seja na hora de configurar a rede ou de conseguir torná-los acessíveis para todos.
O Dropbox pode ser uma ótima solução para isso e para outras dificuldades que enfrentamos ao termos que compartilhar arquivos com várias pessoas.

O Dropbox é um serviço para armazenamento de arquivos. É baseado no conceito de "computação em nuvem" ("cloud computing").

A empresa desenvolvedora do programa disponibiliza poderosas centrais de computadores que conseguem armazenar os arquivos de seus clientes ao redor do mundo. Uma vez que os arquivos sejam devidamente copiados para os servidores da empresa, passarão a ficar acessíveis a partir de qualquer lugar que tenha acesso à internet. O princípio é o de manter arquivos sincronizados entre dois ou mais computadores que tenham o Dropbox instalado.

O programa pode ser baixado : clicando aqui.

Atualização: A partir do dia 27/03/2013 o Dropbox passou a ter a opção de poder utilizá-lo em português do Brasil.