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Netkit

Apresentação do Netkit 

O software netkit é um emulador de redes que permite a criação de experimentos de redes de computadores virtuais, incluindo os dispositivos de hardwares necessários para seu suporte como roteadores, servidores, switches , e da criação dos enlaces. Além do hardware, estes equipamentos virtuais são inicializados com softwares reais que em execução oferecem experiência real ao estudante para a realização de diversos estudos, mesmo que tenha apenas um computador em seu domicílio. O netkit utiliza softwares de código aberto, principalmente licenciados pela GPL, usando em suas máquinas uma variação do kernel linux chamada UML ( User Mode Linux ). Para montar uma rede o netkit usa um conjunto de arquivos de configurações e pastas, que foram um laboratório virtual. Um laboratório também pode ser inicializado através de scripts ou através da linguagem NetML que é uma linguagem baseada em XML para descrição de redes. Uma máquina virtual iniciada pelo netkit é um computador completo rodando uma distribuição mono usuário da distribuição Debian GNU/Linux. Para transformar essa máquina num dispositivo específico basta executar o software adequado.

Recursos do Netkit

Entre os recursos que podemos experimentar no netkit, podemos verificar:

Fonte: Paulo Henrique Moreira Gurgel

Porque Estudar Redes


O uso das redes vem, a cada dia, se tornando um recurso indispensável em todos os locais onde existe um conjunto de computadores. Com o crescimento da Internet abrangendo  todos  os  ramos  de  atividade,  aumentou  ainda  mais  a  necessidade da ligação dos computadores em redes, entretanto, é importante conhecermos as vantagens e as desvantagens do uso das redes, e também os cuidados que devemos tomar para evitarmos os problemas. A seguir, apresentaremos a situação de uma escola, que não possui uma rede instalada e, por isso, o trabalho e a produtividade foram totalmente comprometidos.
 

Imaginem uma escola que possua uma sala para tarefas administrativas, uma
biblioteca, uma sala para os professores e uma sala de estudos, todas providas de computadores não interligados entre si, ou seja, stand-alone. Na sala da administração, a secretária possui dois computadores disponíveis conhecidos por Sec1 e Sec2. O computador Sec1 é utilizado para registro de notas e emissão de boletins na  impressora  matricial,  conhecida  por  Sprn1. O  computador  Sec2  é  utilizado para registro dos pagamentos efetuados e emissão dos carnês na impressora laser, conhecida por Sprn2.
 

Nessa  escola,  por  questões  de  ordem  interna,  o  boletim  dos  alunos  só  pode ser emitido se os pagamentos estiverem em dia, então é necessário transferir por disquetes  esses  arquivos  do  computador  Sec2  para  Sec1,  praticamente  todos  os dias. Como os computadores não estão interligados em rede, e as conexões com a Internet estão disponíveis por meio de link discado na sala dos professores ou na sala de estudos, os funcionários precisam deslocar-se até estas salas para enviar ou receber e-mail ou para efetuar pesquisar na Internet.
 

Na  biblioteca  existe  um  computador  Bib1  que  fica  à  disposição  dos  alunos para consulta de livros e registro de empréstimos e devoluções. O sistema só libera empréstimos para alunos com os pagamentos em dia, então periodicamente a secretária não pode esquecer de copiar arquivos do computador Sec2 para Bib1. A biblioteca não tem impressora, e, quando a bibliotecária quer emitir os cartões de empréstimo ou atualizar a listagem de livros que são comprados ou recebidos por doação, o arquivo precisa ser levado em disquetes para ser impresso na impressora Sprn1 na sala da administração. Na sala de estudos existe um computador conhecido por Est1 que permite aos alunos efetuarem pesquisas na Internet e imprimirem os resultados na impressora jato de tinta colorida Eprn1. A bibliotecária constantemente precisa deixar a biblioteca para ir até a sala de estudos efetuar pesquisas na Internet.

Na  sala  dos  professores  existem  dois  computadores  multimídia  conhecidos por  Prof1  e  eprof2.  Eles  são  usados  respectivamente  para:  preparação  de  aulas  e lançamento de notas e acesso à Internet e ao correio eletrônico. As notas lançadas pelos professores precisam ser copiadas para Sec1 possibilitar a geração de boletins, pois eles só poderão ser emitidos caso o pagamento esteja em dia. Na sala dos professores, estão disponíveis os computadores Prof1 e Prof2, um chaveador ligado a duas impressoras jato de tinta colorida Pprn1 e Pprn2, para impressão de correio eletrônico e programas de aula.
 

Esse exemplo, não é algo muito diferente do que acontece em pequenos escritórios de trabalho, pois muitos ainda não se conscientizaram da importância do estudo  e  utilização  das  redes  de  computadores.

Fonte: Novatec

Radius

Introdução

A administração e gestão de uma infraestrutura de rede nos dias atuais é algo complexo que envolve diversos mecanismos de funcionamento, protocolos e tipos de servidores, que visam aumentar a segurança interna e externa de uma rede de computadores.
De forma a se aumentar a segurança em um sistema de rede privado ou empresarial, foram implementados ao longo dos tempos várias soluções para o efeito, umas proprietárias e outras de código aberto (GPL), estas últimas permitindo uma maior flexibilidade no que se refere a configuração da pilha de protocolos TCP/IP, assim como toda a adaptação necessária aos próprios mecanismo de autenticação, sejam eles provenientes de redes LAN ou WAN.  
O RADIUS não sendo um protocolo propriétario de um fabricante específico é amplamente implementado hoje em dia em sistemas de redes de computadores, como exemplo tempos os roteadores, “gateways”, pontos de acesso em redes sem fio e servidores das mais váriadas marcas, Microsoft, Linux, Unix, CISCO, etc...
Este artigo aborda os aspectos preponderantes e objectivos de uma implementação em servidores Windows Server 2003/2008, configurações gerais a se ter e os principais conceitos detalhados para o bom funcionamento de um sistema baseado neste tipo de autenticação que é centralizado e seguro, assim como a adequação de recursos à gestão do modelo de autenticação RADIUS utilizando diferentes meios de acesso à rede.

1. RADIUS
Remote Authentication Dial-In User Service (RADIUS) é um sistema centralizado de autenticação para clientes. É frequentemente implementado para garantir um nível adicional de segurança em uma rede de computadores. Para se garantir uma autenticação de um cliente remoto em um Controlador de Domínio (AD), no próprio servidor de acesso remoto (RRAS) ou por último em um servidor RADIUS, é possível desta foma aumentar consideravelmente uma protecção contra intrusos ou usuários maliciosos dentro de uma rede por forma de one-way authentication, onde o usuário precisa pelo menos de saber um “username” e uma “passwrod”  para se poder autenticar no sistema. Não basta fazer parte do sistema, o usuário preciso de saber as credenciais e estar de acordo com as políticas internas da empresa para poder fazer parte dela.

1.1.1 MECANISMO
O mecanismo RADIUS serve para dar acesso remoto a usuários originais de ligações de Dial-Up, ligações por Virtual Private Network (VPN), Wireless Clients (Usuários de redes sem fio) ou por serviços de terminais.
Figura 1.1 – Gráfico com os vários tipos de cliente de acesso remoto
Extraído de e-Microsoft (Elements of a Network Access Infrastruture, 2009)


1.1.2 OBJETIVOS
RADIUS é conhecido como um servidor de AAA, os três A  significam autenticação, autorização ou controlo de acesso e contabilidade, também referenciado como auditoria. Ele tem a função principal de permitir  acesso a clientes remotos e separar os acessos internos dos externos.
Desta forma é possível centralizar toda a informação referente a autenticações, controlar quem tem determinadas permissões de acesso e quem está restringido, ficando por exemplo impedido de acessar à rede em um determinado horário ou dias da semana e criar estatística de acesso e de auditoria para futuros planejamentos da empresa, como expansões assim como tipos de comportamento por parte dos usuários. 
Figura 1.2 – Gráfico mostrando a importância do conceito AAA para o acesso remoto a um servidor RRAS que é controlado por um Controlador de domínio (AD).
Extraído de e-Microsoft (Concepts to Autenticated and Authorized, 2009)


1.1.3  PROTOCOLO E PORTAS TCP/IP
O protocolo RADIUS é conhecido como um padrão IETF (Internet Engineering Task Force), em geral um IETF é um padrão de Internet com especificações estáveis e bem compreendidas, tecnicamente competentes, com múltiplas implementações independentes e interoperáveis com substancial experiência operacional, que conta com o apoio do público no geral, e é reconhecidamente útil em algumas ou todas as partes da Internet.
Quanto às portas TCP/IP a Internet Assigned Numbers Authority (IANA) reserva as portas UDP 1812 para o serviço de autenticação do cliente no servidor de RADIUS e a porta UDP 1813 para o serviço de contabilidade. No entanto diversos servidores optam pela porta UDP 1645 para o serviço de autenticação e a porta UDP 1646 para o serviço de contabilidade por padrão.
Aqui um aspecto importante na implementação de portas TCP/IP é que um servidor cliente RADIUS tem que utilizar as mesma portas de um servidor RADIUS que recebe os pedidos, que no fabricante Microsoft é conhecido como Internet Authentication Service (IAS).
 2. AAA
Autenticação o primeiro A do triplo AAA, é uma forma da qual uma pessoa, usuário da rede ou não utiliza para provar a sua identidade em um sistema RADIUS.
Frequentemente este tipo de autenticação envolve somente o usuário ter conhecimento de um nome de usuário e uma senha para ter acesso sem restrição ao sistema. Outros processos de autenticação mais complexos, envolvendo outros factores de autenticação e de protecção de credenciais são implementados em ordem de promover uma protecção mais elevada à rede e protecção em relação ao “logon” de um usuário.
A intenção é sempre de provar que o usuário é realmente quem diz ser e justificar por meio de autenticação esse mesmo facto ao sistema que solicita esses dados, como por exemplo o mecanismo de RADIUS server.
2. 1. 1 DEFINIÇÃO DE FUNCIONAMENTO
Quando um mecanismo de RADIUS é implementado é importante entender os termos normalmente usados durante a sua implementação, o termo RADIUS Client por vezes gera confusão, pois pode-se pensar que é o cliente a tentar aceder à rede ou seja o usuário final estando incorrecto, este termo é usado para representar na infraestrutura de rede o servidor de acesso remoto (RRAS) e não o cliente final.
Para se definir o cliente ou usuário final dá-se o nome de remote access client (cliente de acesso remoto), sendo assim o servidor de acesso remoto passa a ser o cliente do servidor RADIUS que tem por nome IAS server nas implementações em servidores Microsoft.
 O usuário comunica diretamente com o RADIUS client e este comunica diretamente com o RADIUS server, conhecido como IAS server em implementações Microsoft, deste modo aumenta-se o nível de segurança, até porque as comunicações entre RADIUS server e RADIUS client podem ser encriptadas com hash MD5 aumentando ainda mais a integridade dos dados trafegados na rede.


Figura 1.3 – Gráfico mostrando os diferentes Players de uma ligação RADIUS
Extraído de e-Microsoft (Centralize Network Access Authentication, 2009)
 
CONCLUSÃO OU CONSIDERAÇÕES FINAIS
RADIUS é um mecanismo confiável que já deu provas de ser extremamente seguro e estável, o que na prespectiva de segurança de redes de computadores têm uma grande aceitação, precisamente por ser um padrão IETF onde se pode implementar em diferentes vendedores e sistemas, no mercado de TI.
O sistema também ganha grandes adeptos nas redes cooperativas sem fio, chamadas de Wireless Local Area Networn (WLAN), pois como estas redes de meios não guiados foram originalmente desenvolvidas para trafegar dados e não para garantir a segurança dos mesmos, revê aqui uma oportunidade bastante confiável para assegurar a autenticação em uma rede desta natureza.
Outro dos benefícios de se utilizar o protocolo RADIUS em vez de proprietários como o Terminal Access Controller Acess-Control System (TACACS+) utilizado pela CISCO é que é possível instalar diversos equipamentos de rede como servidores e roteadores sem a necessidade de um outro protocolo de rede, promovendo a comunicação entre ambas as partes envolvidas, desde o cliente até ao servidor RADIUS final, com isto, sem ser necessário a utilização de mais nenhum software adicional ou outro mecanismo de comunicação, pelo motivo de que originalmente os sistemas operacionais WINDOWS têm suporte a este protocolo, assim como os sistemas LINUX.
Contudo faz importância salientar que uma das diferenças mais significativas entre ambos, é que o protocolo RADIUS  não consegue separar os processos de Autenticação e Autorização dentro de uma arquitectura AAA, sendo mais adequado para permaner ativo nos equipamentos de rede, durante todo o tempo de conexão do usuário.
Já o TACACS+ separa os processos de Autenticação e Autorização e foi otimizado para controle de comandos de configuração e monitorização utilizando a porta confiável TCP 49 em vez das UDP já descritas no artigo.


Fonte: Projeto de Redes

Roteador carrega bateria enquanto permite acesso à internet

Um dispositivo transformaria o sinal emitido pelo roteador em energia elétrica, permitindo a recarga de aparelhos pelo Wi-Fi.

Pesquisadores da Universidade de Washington estão desenvolvendo um método de carregar baterias via Wi-Fi. O projeto utilizaria smartphones e outros dispositivos adaptados para transformar os sinais enviados pelo roteador em energia elétrica. Assim, eles seriam carregados enquanto trafegam normalmente na web.
Utilizar Wi-Fi para recarregar aparelhos não é novidade. Esta é a primeira vez, porém, que um roteador é utilizado de forma simultânea, oferecendo internet e energia elétrica. Além disso, o alcance de 8,5 metros é uma marca importante no que concerne ao desenvolvimento da tecnologia.
Para conseguir tal feito, os pesquisadores acoplaram sensores especiais nos aparelhos, que transformam os sinais de internet em energia. No roteador, no entanto, não é necessário nenhum tipo de intervenção.
A tecnologia ainda está em fase de testes e não há previsão de quando chegará ao mercado.

Fonte: Estadão

TFTP

O TFTP, ou Trivial File Transfer Protocol, é um protocolo de alto nível simples para a transferência de servidores de dados usar para inicializar estações de trabalho sem disco, X-terminais e roteadores usando Protocolo de Dados do Usuário (UDP).Embora possa parecer semelhante, TFTP funciona de forma diferente do que FTP (File Transfer Protocol) e HTTP (HyperText Transfer Protocol). Embora TFTP também é baseado em tecnologia de FTP, TFTP é um protocolo completamente diferente. Entre as diferenças é que protocolo de transporte de TFTP usa UDP que não é seguro enquanto FTP usa Transmission Control Protocol (TCP) para proteger as informações.TFTP foi projetado principalmente para ler ou escrever arquivos usando um servidor remoto. No entanto, o TFTP é um protocolo multi-purpose que pode ser aproveitada para uma variedade de tarefas diferentes.
Os profissionais de TI e Sys Admins normalmente usam configuração TFTP para:

    
Transferência de arquivos
    
Remote-booting sem discos rígidos
    
Códigos Atualizando
    
Fazer o backup de configurações de rede
    
Fazer o backup de arquivos de configuração do roteador
    
Guardar imagens ISO


    
Iniciando PCs sem um discoDepois de uma estação de trabalho foi iniciado a partir de uma ROM da placa de rede, a instalação TFTP irá baixar um programa e, em seguida, executá-lo a partir de um servidor central.


Modos de protocolo de transferência de TFTPHá três modos de transferência atualmente suportados pelo protocolo TFTP:

    netascii
    octet
    mail

 
Modos adicionais também podem ser definidos por pares de hospedeiros cooperantes.Usando o protocolo TFTP, uma transferência será iniciado com um pedido para ler ou escrever um arquivo ao mesmo tempo, solicitando uma conexão.