Informamos que nos meses de janeiro e fevereiro estamos em período do recesso, portanto não teremos novos artigos nesse período. Em Março retornaremos com nossos artigos no normalmente.
Obrigado pela compreenção!
1)Instalação do GPG
Primeiramente é necessário instalar o GPG (www.info.abril.com.br/download/5293.shtml). Faça a instalação no local-padrão de seu PC (por exemplo: C:\Arquivos de programas\GNU\GnuPG). Não é preciso alterar nenhuma opção durante a instalação. Reinicie o PC e rode o aplicativo WinPT, no menu do GPG.
2) Criação das chaves
Agora devemos criar as chaves pública e privada do GPG, para criptografar e assinar as mensagens. Para isso, selecione Generate a GnuPG Key Pair. Pressione OK. Tecle, então, seu nome e o e-mail que será usado com a chave, clicando em OK depois disso. A seguir, digite a senha da chave. É importante que ela seja longa (no mínimo oito caracteres) e difícil de quebrar. Pressione OK, tecle a senha novamente e clique em OK.
3)Backup
É importante manter um backup das chaves do GPG. Se elas forem perdidas, não será mais possível desembaralhar os e-mails já enviados ou recebidos. O processo de criação das chaves permite fazer isso agora, pressionando o botão Sim. Escolha um drive onde ficam outros backups — ou um pen drive para permitir o uso das chaves em qualquer lugar — e clique em Salvar. Depois disso, será mostrada a tela principal do gerenciador de chaves do GPG, com o item recém-criado. Clique no botão X para minimizar o gerenciador para a área de notificação.
4) Extensão FireGPG
O próximo passo é instalar a extensão FireGPG no navegador Firefox. Para isso, acesse www.info.abril.com.br/download/4844.shtml e, ao chegar à página do produto, clique no botão de download. Será mostrada uma mensagem do Firefox indicando que a instalação da extensão foi bloqueada. Pressione, na barra que surgiu, o botão Editar Opções. Na janela que aparece, pressione Permitir. Clique no botão de download do programa novamente. Espere alguns segundos e pressione o botão Instalar Agora. Depois, reinicie o Firefox.
5) Configuração
Com o Firefox aberto, clique com o botão direito do mouse em qualquer local numa página da web e escolha FireGPG > Opções. Na janela que aparece, passe à seção GPG, marque o item Especificar Manualmente a Localização do GnuPG e pressione o botão Configurar a Localização do GnuPG. Localize a pasta onde o GPG foi instalado, clique no arquivo gpg.exe e pressione Abrir. Clique no botão OK para confirmar as mudanças.
6) Teste de funcionamento
Abra o Gmail no Firefox. Ao criar uma nova mensagem, verifique se os botões de acesso rápido ao FireGPG são mostrados. Eles permitem assinar e criptografar a mensagem, com envio automático ou não. Escreva algo no corpo da mensagem e clique no botão Cifrar. Note que o texto fica embaralhado.
7) Outros serviços
O FireGPG também funciona para desembaralhar dados em outros serviços de webmail. Para fazer essa operação, basta selecionar todo o texto criptografado, incluindo os cabeçalhos (ou seja, com as linhas Begin GPG Message e End GPG Message), clicar com o botão direito na página e acessar FireGPG > Decifrar. Será mostrada uma janela com o texto desembaralhado.
Adaptado de: http://info.abril.com.br/dicas/internet/email/proteja-as-mensagens-do-gmail-contra-crackers-e-arapongas.shtml
Zabix é uma ferramenta que pode ser utilizada para monitorar toda sua infra-estrutura de rede, além de aplicações.
Características
Vantagens/Pontos fortes
A principal vantagem do Zabbix é a facilidade de manipulação dos objetos, o que agiliza muito o trabalho do dia-a-dia, por exemplo, digamos que você possui 50 switches iguais, e você quer monitorar o tráfego de rede de cada porta.
Você vai criar os itens de cada porta uma única vez e salva-los como template, depois basta usar este template para os 50 switches.
Você vai criar os gráficos apenas do primeiro switch e depois copia-lo para os outros 49.
Tudo isso selecionando itens e clicando em botões como copy e/ou clone.
Fonte: http://zabbixbrasil.org/?page_id=59
Sem dúvida um dos melhores programas para gerência de redes é o zabbix. Todo dinâmico e polido, utiliza o MySQL como gerenciador da base de dados. Tem agentes de monitoramento para praticamente todas as plataformas.
O zabbix é fácil fácil de instalar:
sudo su
apt-get install zabbix-agent zabbix-server-mysql zabbix-frontend-php snmpd php5-mysql
Só vai ter perguntas óbvias, como senhas e next, next, next e ok. Tudo em bom portugês.
E algumas configurações adicionais:
pico /etc/php5/apache2/php.ini
Localize os campos abaixo e altere:
max_execution_time = 300 ;
date.timezone = America/Sao_Paulo
Reinicie o Apache:
/etc/init.d/apache2 restart
pico /etc/zabbix/zabbix_agentd.conf
Ache o campo abaixo e troque o “localhost” por:
Hostname=ZABBIX Server
E reinicie o agente:
/etc/init.d/zabbix-agent restart
Agora basta abrir o firefox:
http:///zabbix/
E pronto. A partir daí baixe o agente para o seu sistema em www.zabbix.com e comece a monitorar com a interface do zabbix!
Embora a sílica seja um material abundante, os cabos de fibra óptica são caros devido ao complicado processo de fabricação, assim como no caso dos processadores, que são produzidos a partir do silício. A diferença entre sílica e silício é que o silício é o elemento Si puro, enquanto a sílica é composta por dióxido de silício, composto por um átomo de silício e dois de oxigênio. O silício é cinza escuro e obstrui a passagem da luz, enquanto a sílica é transparente.
O núcleo e o cladding são os dois componentes funcionais da fibra óptica. Eles formam um conjunto muito fino (com cerca de 125 microns, ou seja, pouco mais de um décimo de um milímetro) e frágil, que é recoberto por uma camada mais espessa de um material protetor, que tem a finalidade de fortalecer o cabo e atenuar impactos chamado de coating, ou buffer. O cabo resultante é então protegido por uma malha de fibras protetoras, composta de fibras de kevlar (que têm a função de evitar que o cabo seja danificado ou partido quando puxado) e por uma nova cobertura plástica, chamada de jacket, ou jaqueta, que sela o cabo:
Cabos destinados a redes locais tipicamente contêm um único fio de fibra, mas cabos destinados a links de longa distância e ao uso na área de telecomunicações contêm vários fios, que compartilham as fibras de kevlar e a cobertura externa:
Como os fios de fibra são muito finos, é possível incluir um grande volume deles em um cabo de tamanho modesto, o que é uma grande vantagem sobre os fios de cobre. Como a capacidade de transmissão de cada fio de fibra é bem maior que a de cada fio de cobre e eles precisam de um volume muito menor de circuitos de apoio, como repetidores, usar fibra em links de longa distância acaba saindo mais barato. Outra vantagem é que os cabos de fibra são imunes a interferência eletromagnética, já que transmitem luz e não sinais elétricos, o que permite que sejam usados mesmo em ambientes onde o uso de fios de cobre é problemático.
Como criar links de longa distância cavando valas ou usando cabos submarinos é muito caro, é normal que seja usado um volume de cabos muito maior que o necessário. Os cabos adicionais são chamados de fibra escura (dark fiber), não por causa da cor, mas pelo fato de não serem usados. Eles ficam disponíveis para expansões futuras e para substituição de cabos rompidos ou danificados. Quando ouvir falar em padrões "para fibras escuras", tenha em mente que são justamente padrões de transmissão adaptados para uso de fibras antigas ou de mais baixa qualidade, que estão disponíveis como sobras de instalações anteriores.
A transmissão de dados usando sinais luminosos oferece desafios, já que os circuitos eletrônicos utilizam eletricidade e não luz. Para solucionar o problema, é utilizado um transmissor óptico, que converte o sinal elétrico no sinal luminoso enviado através da fibra e um receptor, que faz o processo inverso. O transmissor utiliza uma fonte de luz, combinada com uma lente, que concentra o sinal luminoso, aumentando a percentagem que é efetivamente transmitida pelo cabo. Do outro lado, é usado um receptor ótico, que amplifica o sinal recebido e o transforma novamente nos sinais elétricos que são processados.
Para reduzir a atenuação, não é utilizada luz visível, mas sim luz infravermelha, com comprimentos de onda de 850 a 1550 nanômetros, de acordo com o padrão de rede usado. Antigamente, eram utilizados LEDs nos transmissores, já que eles são uma tecnologia mais barata, mas com a introdução dos padrões Gigabit e 10 Gigabit eles foram quase que inteiramente substituídos por laseres, que oferecem um chaveamento mais rápido, suportando, assim, a velocidade de transmissão exigida pelos novos padrões de rede.
Existem padrões de fibra óptica para uso em redes Ethernet desde as redes de 10 megabits. Antigamente, o uso de fibra óptica em redes Ethernet era bastante raro, mas com o lançamento dos padrões de 10 gigabits a utilização vem crescendo, com os links de fibra sendo usados sobretudo para criar backbones e links de longa distância.
Existem dois tipos de cabos de fibra óptica, os multimodo ou MMF (multimode fibre) e os monomodo ou SMF (singlemode fibre). As fibras monomodo possuem um núcleo muito mais fino, de 8 a 10 mícrons de diâmetro, enquanto as multimodo utilizam núcleos mais espessos, tipicamente com 62.5 microns:
As fibras multimodo são mais baratas e o núcleo mais espesso demanda uma precisão menor nas conexões, o que torna a instalação mais simples, mas, em compensação, a atenuação do sinal luminoso é muito maior.
Isso acontece porque o pequeno diâmetro do núcleo das fibras monomodo faz com que a luz se concentre em um único feixe, que percorre todo o cabo com um número relativamente pequeno de reflexões. O núcleo mais espesso das fibras multimodo, por sua vez, favorece a divisão do sinal em vários feixes separados, que ricocheteiam dentro do cabo em pontos diferentes, aumentando brutalmente a perda durante a transmissão, como você pode ver nos desenhos a seguir:
Para efeito de comparação, as fibras multimodo permitem um alcance de até 550 metros no Gigabit Ethernet e 300 metros no 10 Gigabit, enquanto as fibras monomodo podem atingir até 80 km no padrão 10 Gigabit. Esta brutal diferença faz com que as fibras multimodo sejam utilizadas apenas em conexões de curta distância, já que sairia muito mais caro usar cabos multimodo e repetidores do que usar um único cabo monomodo de um ponto ao outro.
Fonte: http://www.gdhpress.com.br/redes/leia/index.php?p=cap1-12
Este é o contexto utilizado neste documento.
A instalação inicial do debconf é necessária para que as mesmas perguntas destes documento sejam feitas quando a instalação for realizada.
# dpkg-reconfigure debconf
Escolher prioridade de perguntas "baixa".
Instalação do pacote do servidor LDAP:
# aptitude install slapd ldap-utils
Confira se as configurações respondidas via debconf estão de acordo com o arquivo de configuração:
# vi /etc/ldap/slapd.conf
Reinicialize o servidor:
# /etc/init.d/slapd restart
Verifique os dados iniciais disponíveis no servidor LDAP através do comando slapcat:
# slapcat
dn: dc=debian-go,dc=org
objectClass: top
objectClass: dcObject
objectClass: organization
o: debian-go
dc: debian-go
structuralObjectClass: organization
entryUUID: ab548b92-0361-102d-9ca7-a5cb93af3e92
creatorsName:
modifiersName:
createTimestamp: 20080821001304Z
modifyTimestamp: 20080821001304Z
entryCSN: 20080821001304Z#000000#00#000000
dn: cn=admin,dc=debian-go,dc=org
objectClass: simpleSecurityObject
objectClass: organizationalRole
cn: admin
description: LDAP administrator
userPassword:: e2NyeXB0fUU1UXFQZ09zZFQ0YmM=
structuralObjectClass: organizationalRole
entryUUID: ab555aea-0361-102d-9ca8-a5cb93af3e92
creatorsName:
modifiersName:
createTimestamp: 20080821001304Z
modifyTimestamp: 20080821001304Z
entryCSN: 20080821001304Z#000001#00#000000
O Phpldapadmin é um frontend que permite gerenciar o servidor LDAP através de uma interface Web.
# aptitude install phpldapadmin apache2
Utilizando um navegador web, aponte para o endereço:
http://10.1.0.17/phpldapadmin
E efetue o logon utilizando o usuário:
cn=admin,cn=debian-go,cn=org
Utilize a senha fornecida na instalação do servidor LDAP: "segredo".
# aptitude install samba
# aptitude install samba-doc
# cd /usr/share/doc/samba-doc/examples/LDAP/
# cp samba.schema.gz /etc/ldap/schema/
# cd /etc/ldap/schema
# gunzip samba.schema.gz
# vi /etc/ldap/slapd.conf
...
include /etc/ldap/schema/samba.schema
...
access to attrs=userPassword,shadowLastChange,sambaNTPassword,
sambaLMPassword by dn="cn=admin,dc=debian-go,dc=org" write
As últimas linhas fazem com que o LDAP tenha suporte ao schema dos objetos LDAP do Samba e o usuário admin ter acesso a escrita aos atributos userPassword, shadowLastChange, sambaNTPassword e sambaLMPassword.
/etc/init.d/slapd restart
# vi /etc/samba/smb.conf
security = user
domain logons = yes
# passdb backend = tdbsam
# invalid users = root
...
# nao utilizar as restrições impostas pelo PAM
obey pam restrictions = no
# Na linha abaixo especifique o IP do servidor Slapd
passdb backend = ldapsam:ldap://127.0.0.1
ldap passwd sync = yes
ldap delete dn = Yes
# Especifique o seu domínio
ldap admin dn = cn=admin,dc=debian-go,dc=org
ldap suffix = dc=debian-go,dc=org
ldap machine suffix = ou=Computadores
ldap user suffix = ou=Usuarios
ldap group suffix = ou=Grupos
ldap idmap suffix = ou=Idmap
# Novamente o IP do servidor Slapd
idmap backend = ldap:ldap://127.0.0.1
idmap uid = 10000-20000
idmap gid = 10000-20000
#Nas linhas abaixo é necessário especificar corretamente a
#path dos utilitários para gerenciamento de usuários e grupos
#para samba+ldap estes utilitários são do pacote smbldap-tools
add user script = /usr/sbin/smbldap-useradd -m "%u"
delete user script = /usr/sbin/smbldap-userdel "%u"
add group script = /usr/sbin/smbldap-groupadd -p "%g"
delete group script = /usr/sbin/smbldap-groupdel "%g"
add user to group script = /usr/sbin/smbldap-groupmod -m "%u"
"%g"
delete user from group script = /usr/sbin/smbldap-groupmod -x
"%u" "%g"
set primary group script = /usr/sbin/smbldap-usermod -g "%g"
"%u"
add machine script = /usr/sbin/smbldap-useradd -w "%u"
# rm /var/lib/samba/secrets.tdb
# smbpasswd -w segredo
# net getlocalsid
SID for domain LAB11 is: S-1-5-21-739826692-572011436-1394361479
O primeiro comando remove o arquivo secrets.tdb, que contém informações de senha. A remoção deste é necessária para um nova instalação do Samba integrado ao LDAP. O segundo comando insere a senha do usuário admin do ldap no arquivo /var/lib/samba/secrets.tdb. O último comando fornece um identificador para a rede Windows, este será necessário para o próximo passo.
# aptitude install smbldap-tools
# vi /etc/smbldap-tools/smbldap_bind.conf
slaveDN="cn=admin,dc=debian-go,dc=org"
slavePw="segredo"
masterDN="cn=admin,dc=debian-go,dc=org"
masterPw="segredo"
# vi /etc/smbldap-tools/smbldap.conf
# Esta primeira linha você deve especificar o SID da rede,
#para isso use o comando: net getlocalsid
SID="S-1-5-21-739826692-572011436-1394361479"
# Especifique o workgroup do samba
sambaDomain="debian-go.org"
# Ip do servidor Slapd
slaveLDAP="127.0.0.1"
slavePort="389"
# Ip do servidor Slapd
masterLDAP="127.0.0.1"
masterPort="389"
ldapTLS="0"
verify=""
cafile=""
clientcert=""
clientkey=""
suffix="dc=debian-go,dc=org"
usersdn="ou=Usuarios,${suffix}"
computersdn="ou=Computadores,${suffix}"
groupsdn="ou=Grupos,${suffix}"
idmapdn="ou=Idmap,${suffix}"
sambaUnixIdPooldn="cn=NextFreeUnixId,${suffix}"
scope="sub"
hash_encrypt="SSHA"
crypt_salt_format=""
userLoginShell="/bin/bash"
userHome="/home/%U"
userHomeDirectoryMode="700"
userGecos="System User"
defaultUserGid="513"
defaultComputerGid="515"
skeletonDir="/etc/skel"
defaultMaxPasswordAge="45"
userSmbHome="\lab17\%U"
userProfile="\lab17\%U"
userHomeDrive="H:"
with_smbpasswd="0"
smbpasswd="/usr/bin/smbpasswd"
with_slappasswd="0"
slappasswd="/usr/sbin/slappasswd"
#smbldap-populate
Este comando acima irá popular a base de dados ldap com objetos necessários para a administração do smbldap-tools. Verifique no phpldapadmin os objetos ldap criados, especialmente note os grupos e usuários criados.
# aptitude install libnss-ldap
# vi /etc/nsswitch.conf
#passwd: compat
passwd: files ldap
#group: compat
group: files ldap
# vi /etc/nextuid.ldif
dn: cn=NextFreeUnixId,dc=debian-go,dc=org
objectClass: inetOrgPerson
objectClass: sambaUnixIdPool
uidNumber: 10000
gidNumber: 10000
cn: NextFreeUnixId
sn: NextFreeUnixId
# ldapadd -x -D cn=admin,dc=debian-go,dc=org -W -f nextuid.ldif
# smbldap-useradd teste
# smbldap-usershow teste
# smbldap-passwd teste
# smbpasswd -a teste
# smbldap-usershow teste
# mkdir /home/teste
Note a diferença entre os dois comandos smbldap-usershow acima.
# smbldap-useradd root
# smbldap-usershow root
# smbldap-passwd root
# smbpasswd -a root
# smbldap-usershow root
O LDAP oferece uma grande escalabilidade. É possível replicar servidores (para backup ou balanceamento de carga) e incluir novos servidores de uma forma hierárquica, interligando departamentos e filiais de uma grande multinacional por exemplo. A organização dos servidores neste caso é similar ao DNS: é especificado um servidor raiz e a partir daí é possível ter vários níveis de sub-servidores, além de mirrors do servidor principal.
Tela do LDAP, um dos passos para se criar um usuário: